Mais dinheiro na educação trará mais qualidade?
28/01/12
Este é o último post em que “transcrevo” a primeira parte da palestra do João Palma Filho, no Fórum Internacional de Educação da região de São José do Rio Preto. O primeiro foi este. Até agora ele tratou da situação atual da educação brasileira. No próximo post falará sobre os desafios que nós educadores temos pela frente, segundo sua visão. Vamos falar aqui sobre a porcentagem de recursos que cada ente federativo destina à educação e entender porque a conta não “fecha”.
Três motivos para o professor conhecer profundamente legislação
25/01/12
Em tempos de enorme cobrança social pela qualidade da educação oferecida nas escolas brasileiras (não apenas públicas) é muito comum o professor ser coagido a agir de uma forma específica ou ter seus direitos desrespeitados, de diferentes formas. Veja a lei do piso salarial nacional para docentes, por exemplo, que ainda não é cumprida em todo o país e imagine quantas outras leis deixam de ser cumpridas todos os dias, privando o professor de seus direitos.
Por uma articulação dos diferentes entes federativos em prol da qualidade da educação
05/01/12
Hoje continuamos a transcrição da palestra do João Palma no Fórum Internacional de Educação de São José do Rio Preto. No primeiro post discutimos a introdução dada pelo palestrante à sua fala, com título A educação Nacional: articulação institucional na gestão das políticas públicas, no segundo post, continuando a fala do secretário, tratamos da responsabilização dos diferentes agentes educacionais caracterizando um jogo de empurra-empurra dos diferentes agentes. Neste post, o autor trata das dificuldades enfrentadas para a responsabilização dos agentes, principalmente após a municipalização do Ensino pela LDB 9394/96.
Esse jogo de empurra-empurra acontece porque você não tem normas claras a respeito das responsabilidades. Por exemplo, a educação é direito, mas de quem é a responsabilidade? No caso da criança e do adolescente, a responsabilidade é claro do poder público em oferecer as vagas, em acolher as crianças e os jovens. E também temos a responsabilidade da família, que realmente tem de levar essa criança até a escola, tem de propiciar a matrícula, o encaminhamento e assim por diante.
Meu muito obrigada a 2011
31/12/11
Hoje é o último dia de um ano que foi particularmente maravilhoso para mim. Foram tantos acontecimentos positivos que se quer me lembro de algum negativo. Este é um post para agradecer e compartilhar com vocês o futuro deste espaço.
Por que é tão complicado entender as teorias do desenvolvimento que a escola nos mostra?
27/12/11
Se você está cansado, como eu, dessa bagunça que acomete a escola, quando trata de teorias do desenvolvimento, o resumo de hoje de A formação social da mente (link afiliado), traz uma luz para entender esse russinho, que tanto produziu e tantas contribuições deixou para a psicologia, principalmente a psicologia educacional.
O que acontece, na maioria das vezes, é uma facilitação da teoria para “consumo” de professores, particularmente de PEB – 1. Para facilitar, a teoria é apresentada como verdade e sem as nuances que envolveram seu desenvolvimento. Assim, sabemos de Piaget, Vigotski, Pavlov, mas e no final dá vontade de perguntar: e eu com isso?
Se você é professor e confia na educação sabe que tem muito a ver com isso, não é mesmo?
Dez coisas que aprendi com “Uma professora muito maluquinha”
25/12/11
Assisti recentemente ao filme “Uma professora muito maluquinha”, uma releitura do livro de mesmo nome do Ziraldo, que também assinou o roteiro do filme, com Paola Oliveira no papel principal.
Claro que chorei feito idiota (não, queridos, não era um drama), principalmente por ouvir constantemente as mesmas recriminações que a personagem na escola.
O filme é caricato, não adianta ficar morrendo de inveja (como eu fiquei) da beleza da professorinha. Principalmente porque o que os meninos sentem por nós opera milagres em nossa aparência. Imaginem que, mesmo eu indo trabalhar de chinelo havaianas, meu querido Matheus fez uma carta enorme para dizer que eu era a professora mais linda e (pasmem!) mais elegante da escola. Só o amor explica.
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